Parlasul: Parlamentares debaterão integração educacional

Parlamentares membros da comissão realizarão uma reunião extraordinária e visita às instalações da Unila

23795746_1409127909184567_1526323735190935321_nA pedido da senadora Fátima Bezerra, a Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Esporte do Parlamento do Mercosul realizará, no próximo dia 27 de novembro, às 14h, na sede da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu, no Paraná, o seminário: Educação superior no contexto do Mercosul.

Os debates serão divididos em duas mesas. Na primeira, os debatedores falarão sobre as Políticas de integração pela educação e a realidade das universidades de integração. Já na outra, será discutido o reconhecimento de títulos no Mercosul. Além de reitores, participarão dos debates estudantes, parlamentares e entidades ligadas à educação.

“O Mercosul defende uma educação como direito de todos, como direito humano, como um bem público e social. Por isso é importante essa iniciativa. Queremos ampliar, discutir e fortalecer a integração pela educação com os demais países membros do Mercosul”, adianta Fátima Bezerra.

Antes do evento, os parlamentares membros da comissão realizarão uma reunião extraordinária e visita às instalações da Unila.

Apoio – Na última reunião do Parlasul, realizada no dia 13 de novembro, os parlamentares aprovaram uma moção, apresentada pela senadora Fátima Bezerra, de repúdio a qualquer tentativa de se extinguir ou desvirtuar os objetivos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Na nota, eles reconhecem que a criação da Unila foi um grande passo dado pelo Estado brasileiro em defesa dos propósitos latino-americanistas inscritos em sua Constituição.

“A Unila é um instrumento fundamental para o fortalecimento da integração cultural, científica e tecnológica da nossa região. A sua missão institucional deve servir de exemplo para a concepção de novas universidades de integração. Nosso apoio irrestrito aos estudantes, docentes, pesquisadores, cientistas e intelectuais que desencadearam a mobilização internacional em defesa da Unila e de sua missão institucional”, reiteram os parlamentares, na nota.

Atualmente, a Unila conta com 3.500 alunos do Brasil e dos outros 19 países da América Latina, em 22 cursos de bacharelado de áreas de interesse comum, sempre com foco para o intercâmbio cultural e o desenvolvimento e integração regionais.